COMO SE FOSSE UM EDITORIAL
Esta página é filha de um blogue pretensioso que se extinguiu. "Ele" próprio irá explicar porque se dissolveu. Não cabe aqui fazê-lo. A ideia é criar um "jornal de vitral" livre como as asas quando planam. Aberto à pancada e ao esclarecimento bilateral. Onde a blogosfera tem lugar privilegiado. Não há lugar a anónimos! O meu compromisso é a abertura democrática e responsável. Assinarei todos os meus textos, como geralmente é meu hábito e assim espero que façam o mesmo. Eu defendo uns Açores mentalmente dispostos a serem discutidos dentro de nossas portas. Ninguém tem o direito de falar por nós. Não somos nenhuns tolinhos. Nada é permanente, muito menos as participações humanas em qualquer área onde se distinguem. O centro do Mundo é aqui, para todo e qualquer açoriano. Como é possível ver o Mundo de outro ponto se é daqui que o construímos? Só se tivéssemos o dom da ubiquidade... Os Açores são o ponto geográfico de onde parti, parto e partirei para aqui permanecer. Até as galinhas fazem o seu ninho. E nós, que as julgamos estúpidas, onde fazemos o nosso?
Manuel Melo Bento
2 Comments:
Gosto do nome. Clarifique o objectivo, sff.
Não seria má ideia republicar, aqui ou no "irmão gemeo", parte do que está no manuelmelobento.
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